Quando precisamos da rendição

Deveríamos saber quando temos que largar as armas, depor nossos esforços e, finalmente, capitular. Precisamos saber.

Não é vergonha nenhuma. Render-se diante de conclusões a respeito do inevitável é sinal de sabedoria. Para que ficar martelando prego torto?

Às vezes, alcançamos limites. Esbarramos em situações cuja resolução não está mais ao nosso alcance. E, por fim, a exaustão toma conta de tudo.

Esses limites indicam a necessidade de não mais tentar mudar o barco de direção, mas pular no mar, nadar até a praia e, depois de extremo esforço, procurar uma nova embarcação (quem sabe até em outros mares).

O desafio está em refazer o rotineiro virar desafio.

Quando isso não for mais possível, capitule e suba a bordo do novo.    

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Sobre Diego Moura

Jornalista com experiência em comunicação corporativa na área de mineração e assessoria de imprensa em organização pública. Um dos autores do livro-reportagem "Não foram apenas as unhas - As mulheres no inferno da ditadura". Atualmente, tem interesse em trabalhos em redação e cobertura jornalística. É autor do blog "Textos para pensar".
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