Mudança de endereço – http://blogdodisimo.blogspot.com

Mudaremos de endereço. Vou “remigrar” o blog para o Blogger na intenção de repaginar esse espaço, que venho negligenciando há algum tempo. Em 2012, quero retomar com força total. Isso incluirá conteúdo próprio e indicações interessantes que encontrar por essa internet…

Será o Blog do Disimo: http://blogdodisimo.blogspot.com

Após ter problemas técnicos com o blogspot.com, resolvi mudar para o wordpress. Isso foi em junho de 2010. Desde então, pude contar com quase 25 mil visitas e uma significativa divulgação de material de autoria própria pelo Twitter e Facebook, principalmente.

Meu muito obrigado a você

Gostaria de agradecer a todos que se dispuseram a ler e comentar por aqui para enriquecer a discussão e ampliar a reflexão. E convido a todas e a todos para que venham comigo para o novo local e que, em 2o12, continuemos a conversar.

Abraços a todos.

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Pequeno balanço de 2011

3 anos de blog.

——–

O ano que passou foi sem igual. Tão singular quanto os anteriores e, por isso, em certa medida, igual a eles.

Melhor? Pior? Não. Diferente.

Cruzei algumas tempestades, mas muitas águas calmas e tranquilas, exatamente isso que possibilitou o barco de seguir em frente. Portos seguros e ondas revoltas: 2011 foi uma grande experiência de navegação – isso digo eu que de marinheiro não tenho nada.

Tempo de esforço, horas dedicadas ao estudo daquilo que decidi ser o objetivo de minha vida: o Jornalismo. Em maiúscula mesmo, que vai na contramão de muito o que vemos por aí. Trilha difícil, fardos pesados. Pessoas ruins e desagradáveis, penso eu que ainda não encontraram seu caminho. Mas, em contrapartida, foi o tempo de novas leituras, de redescobrir – e descobrir – amigos e amigas fiéis, valorosos. De enfrentar traições, de mediar conflitos. Foi o tempo da revolta, da insurreição, do não deixar barato, de dar a volta por cima.

E decepcionar-se. Com as pessoas, com a faculdade, com o mundo. E com os jornais. E com o vendedor de revistas.

Foi o tempo de falar e de ser ouvido. De brilhar e apagar. De rir e (por que não?) chorar. De rir quando não pudia. De rir até a barriga doer e olho encher d’água. De comemorar e lamentar. De brindar as vitórias e apontar os erros. E ser apontado. E apontar os outros. Abraçar e beijar calorosamente. Tempo de amores e paixões. Cuspir palavras duras, ásperas. Foi tempo do desprezo, da calúnia, da covardia. E do querer-bem, da amizade, do carinho, do respeito. Foi o tempo de ferir. E ser ferido. De construir, derrubar, desconstruir, rascunhar, planejar o futuro incerto.

Foi o tempo de domar o indomável. Pelo feito e, principalmente, pelo não feito. Ou pelo mal-feito, ou pelo bem-feito.

Agora é tempo de desejar, prometer aquilo que cumpriremos e aquilo que trancaremos na  última gaveta. Tempo de descartar. De reciclar. De repensar. De arrepender-se ou de se confirmar. Tempo de agarrar esperanças para o ano vindouro. Tempo de esperar, de registrar e de lembrar. Tempo de oportunidades.

Tempo de relembrar o colégio que não volta. A faculdade que chega ao meio. E ao mundo do trabalho que se aproxima.

E de lembrar que mais um ano se foi e mais um se aproxima. Óbvio? Tão óbvio que não percebemos: o tempo passa. Todo o ano é diferente mas é igual. É igual mas é diferente. Se não partir de nós a mudança não espere do outro. Nunca espere do outro aquilo que deve vir de você. Nem espere do outro o que é do outro. Dois mil e onze me comprovou algumas teses. Amigos verdadeiros sabem apontar erros. E, se for esperto, você mudará.

Mudar é difícil. Mas permanecer pode ter um custo muito alto. Preço que não devemos pagar. E não podemos.

Estes são meus votos para 2012: mudanças. Que o errado mude, corrija-se. Para assim termos um ano verdadeiramente transformado.

Que as mudanças sejam para melhor. Sempre. E, aqui agradeço,  a todos os familiares e grandes amigos e amigas que percorreram comigo 2011. E 2010. E 2009…Os quais espero que permaneçam comigo, aliviando os fardos da longa caminhada, ajudando a manobrar o barco em meio à tempestade e estejam ao meu lado para compartilhar os louros das enormes vitórias ainda por conquistar e para chorar os inevitáveis fracassos.

Dedico aquilo que foi excelente em 2011 aos verdadeiros amigos, vocês me proporcionaram momentos inesquecíveis. Tenham todos uma excelente virada de ano.

Um enorme abraço,

Disimo

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VÍDEOS: Liberdade de imprensa não é o mesmo que liberdade de expressão

Para entender a mídia no Brasil

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Falha na Linha Amarela, da Via Quatro: eu estava lá

OUTRA FALHA. Mais uma.

Caos, gritaria, empurra-empurra, gente aglomerada nas escadas rolantes, trens abarrotados.

Às 18h30 da tarde fico sabendo que teve uma falha da Linha Amarela, operada pela ViaQuatro, e da pior maneira possível: estava dentro da estação Paulista, tentando embarcar para pegar a conexão com a Linha 9 – Esmeralda, da CPTM, da onde seguiria até a estação Santo Amaro para, enfim, chegar à estação Campo Limpo e desembarcar.

Um funcionário, o qual mais parecia uma barata tonta, disse que a confusão se dera por “um grupo de caras que seguraram um trem na estação Faria Lima por dez minutos”. Mentira. Mentiroso.

Chego em casa depois de quase duas horas e descubro no R7 e, pasmem, na Veja, que o acontecido foi uma “falha elétrica interna” na estação Paulista que paralisou COMPLETAMENTE os trens das 17h40 às 18h08. Horário super tranquilo. Ninguém tentando voltar para casa.

Absurdo. Todas as escadas rolantes paradas. Pude contar 5 funcionários tentando organizar a festa da uva que virou a estação. Imaginem ter de subir 4 escadas rolantes para chegar até o acesso à CPTM. E milhares de pessoas tentando fazer isso ao mesmo tempo.

Quase fiz que nem várias pessoas. Sentei no chão para ouvir música. Tentei ligar em casa, mas na “linha que chegou para integrar” não pega celular! Supimpa! Moderníssima!

Sabe qual o meu desejo? Que as linhas de metrô passassem a ser geridas pelo governo Federal, pois só assim para a mídia paulista bater nos responsáveis pela BARBÁRIE, selvageria e irresponsabilidade que se tornaram o transporte público paulistano.

Alguém aí tem dúvida que se fosse um ministro da Dilma o cuidador do Metrô/ViaQuatro/OQueQuerQueSeja ele já não teria caído?

Confira o vídeo e tire suas próprias conclusões. Sem mais.

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Por essas e muitas outras sou fã do Caco Barcellos

Programa “Em Pauta”, da Globo News, do dia 20/09 (vi os vídeos no Blog do Nassif), traz a participação do grande jornalista Caco Barcellos, sempre lúcido e uma grande referência quando se trata de jornalismo criterioso, responsável e verdadeiramente impactante social.

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FLAGRANTE: Carro estacionado na vaga de deficiente

Na região da Avenida Paulista, o estacionamento é caríssimo e vagas na rua, muito disputadas. Uma senhora loura, bem vestida e que não aparentava nenhum tipo de deficiência parou o carro ontem, por volta das 17h40 na Alameda Jaú. O veículo não tinha nenhum adesivo para indicar que o carro era de alguém deficiente e nem possuía o cartão exigido para estacionar ali.

Optei por borrar a placa já que não consegui falar com a infratora

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Constituição, democracia e o editorial do Estadão

O jornal O Estado de S. Paulo apresenta um precedente – e tendência – perigoso em seu editorial de 18/10/2011 intitulado “O ministro tem de sair”. O texto de refere à denúncia publicada pela revista Veja contra o ministro do Esporte Orlando Silva, em um suposto caso de beneficiamento do titular da pasta com desvio de verbas do programa “Segundo Tempo”.

O denunciante, João Dias Ferreira, é ex-militante do PCdoB, o partido do ministro, e atualmente policial militar. Foi preso, em abril de 2010, durante a Operação Shaolin, que investigava repasses de verbas a ONGs ligadas ao programa Segundo Tempo. Teria recebido, por intermédio do ministério quase 2 milhões de reais para sua associação de Kung Fu.

O que choca no editorial:

“A acusação, divulgada no fim da semana pela revista Veja, deixou Orlando Silva sem condições de continuar no cargo. Ele pediu à Polícia Federal que investigue o caso, que certamente acabará nos tribunais. Mas, no âmbito da política, o princípio da presunção de inocência não se aplica nem se pode esperar que sentenças transitem em julgado”.

O art. 5º, inciso LVII, da Constituição Federal de 1988, é bem claro e diz que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória”. A Carta Magna não faz exceções à classe política.

Um dos instrumentos fundamentais do Estado Democrático de Direito é a Constituição, afinal ela assegura que os direitos sejam assegurados e os deveres, cumpridos.

“Quem tem informação tem o poder”, manchetou o Estadão essa semana. A frase foi dita pelo então presidente da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), Gonzalo Marroquín, poucos momentos antes de passar o cargo Milton Coleman, jornalista do Washington Post. Ou seja, os jornais detêm o poder da informação – e nesse caso da opinião.

O jornal da família Mesquita levanta a bandeira da imprensa livre e todos os preceitos democráticos que a Constituição representa, e elogia o trabalho da SIP na construção de uma imprensa “forte e independente”, mas não se furta a ocultar um direito, uma garantia fundamental: a presunção da inocência, seja ela para quem for, quaisquer sejam a profissão, cargo e posição social do “suspeito”.

A publicação não faz mais do registrar por escrito e assinar embaixo a tendência que tem tomado conta do jornalismo, especialmente o brasileiro, há algum tempo: fazer julgamentos sumários e submeter “suspeitos” à condição de criminosos da mais baixa estirpe, legitimamente condenados pela Justiça, sem direito a recursos.

Pelo que estamos aprendendo na Universidade, no curso de Jornalismo, dar direito à ampla defesa, presumir a inocência e colaborar para a pluralidade dos fatos, buscando o máximo de indícios que nos aproxime ao máximo da verdade é o correto – e o profissional sério deve buscar essa correção com todo o esforço. Mas parece que alguns frequentaram outros tipos de escola, com outros ensinamentos. Esta aí o resultado.

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Homenagem aos verdadeiros Mestres

Passei minha pré-escola na escola que pertencia à minha avó. E mais que isso: tive o privilégio de ser alfabetizado por ela, minha primeira professora. Na “Brincando de Aprender”, dentre outras magníficas e marcantes experiências, descobri que o Papai Noel, participante das festas de Natal, carregador dos sacos de presente era ninguém menos do que meu avô!

Descobertas à parte, foi justamente o final desse período que marcou a primeira grande mudança da minha vida: passei do ambiente aconchegante, tranquilo e protegido da escolinha de vovó para a primeira série do ensino fundamental, num colégio que nem se compara em termos de tamanho e quantidade de crianças. Foi um choque! Sair do ninho, da zona de conforto e cair num mundo de desconhecidos. A arte de fazer novas amizades, enturmar-se com todos. Isso lá pelos idos de 1999 (e o melhor é que doze anos depois, conservo contato e uma grande amizade com vários daqueles, na época, “estranhos”).

Noêmia, Roseli, Cristina e Lizani. Professoras dos quatro anos do fundamental, respectivamente. Cada qual à sua maneira, marcantes.

Noêmia por ser a primeira e  ”nos recepcionar” no colégio. Além disso, já era relativamente próxima a mim, por ser amiga de meus tios, que foram professores no meu antigo colégio. Minha primeira feira de ciências! Poluição, cuidado com o meio ambiente…Tenho fotos, só preciso achá-las e escanear. Com ela, perdi contato.

Roseli, que depois de perder contato, me achou há pouco tempo pelo Facebook. Doce, amiga dos alunos, bastante próxima e muito querida por todos. Deixou saudades quando passamos à terceira série, mas nunca deixava de nos observar, já que as salas eram perto. Hoje, ela mora no Espírito Santo.

Cristina. Um pouco mais séria, mas não menos divertida. Quando foi nos ensinar fração, pediu que trouxéssemos bolos, chocolates etc. para que a gente aprendesse na prática! Foi uma aula inesquecível. Ainda trabalha no meu colégio, mas, como faz tempo que não tenho notícias dela, é provável que já tenha se aposentado.

E Lizani, a última professora do período. Foi o ano de encerramento do ciclo de uma professora que nos acompanhava o ano todo, e a passagem para o desmembramento das disciplinas em múltiplos professores. Sua paciência e habilidade em solucionar conflitos foi bastante útil em algumas pendengas que tive com alguns amigos naquele ano – mas nada que não tenha sido prontamente superado. Também foi apoiadora do nosso “Clube de Pesquisas Espaciais” – chegamos a furar a segurança de áreas do colégio para observar o céu! Ela se mudou para a Inglaterra para acompanhar a missão do marido, o pastor Arno.

É incrível como essas cinco mulheres acima me marcaram! Como esquecer verdadeiras mestres? Pessoas que contribuíram fortemente para o que sou hoje.

Além de pessoas incríveis, foram professoras incríveis. E aí é que está a diferença entre ser professor de fato e encarar a profissão como um mero ofício, mera técnica.

Elas nunca acharam que sabiam tudo e nós, nada. Pelo contrário: sempre consideraram que cada aluno é um ser humano único, cujas possibilidades de aprender e ensinar são ilimitadas e infinitas.

Muito nos ensinaram, mas aprenderam também. O ensino é uma via de mão dupla, nunca é unidirecional, como alguns querem fazer crer. E é importante deixar claro que a disciplina nunca foi sinônimo de autoritarismo ou intransigência,, mas ao contrário. Relações baseadas em profissionalismo, mas, acima de tudo, em respeito, carinho e dedicação verdadeira à causa a qual se propuseram: ensinar.

Portanto, meus mais sinceros parabéns aos verdadeiros Professores. Àqueles que merecem serem chamados assim, afinal SÃO professores, e não empregados de uma indústria, como parecem pensar alguns.

Dediquei esse post a essas professoras em especial, mas ele é extensivo a todos os bons professores que tive durante o ensino fundamental e médio:

Laudelino Aparecido (Matemática), Márcia Siqueira (Português), Célia Pilz (História), Ângela Maria da Silva (Geografia), Eric Nakano (nosso coordenador de sala durante todo o ensino médio, Física/Matemática), Wilson Ferreira (História), Gilmar Peyerl (Química e Ciências, durante o Fundamental), Luiz Cassanho (Geografia), Sami Lopes (Matemática), Adriano ‘Gontijo’ (Inglês),  Murilo de Assis e Cássio ‘Geladeira’ Silveira (Gramática e Literatura), Pr. Jones Marlow (Cultura Religiosa), Diógenes Mathioli (Biologia), Dagmar Amsberg (Artes), Edson Eller (atual coordenador, mas que em 1999, dava aula de informática e nos apresentou ao Google). Domênico e Carmen (Educação Física).

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VÍDEO:Exército bate e censura no Complexo do Alemão

Via Carlos Latuff pelo twitter

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Explosão em 1996 deixou 42 mortos em shopping da Grande São Paulo

É bom não esquecer o fato, para que a negligência de alguns, que resultou em um grave acidente no Osasco Plaza Shopping, em 11 de junho de 1996, não vitime outras pessoas no shopping Center Norte e arredores.

Um vazamento de gás, cuja manutenção era responsabilidade da Ultragaz, na praça de alimentação do centro de compras, em plena véspera do dia dos namorados, ocasionou uma explosão que destruiu uma enorme parte do local, matou 42 pessoas e deixou mais de 300 feridas.

Em 1999, a Justiça paulista condenou cinco pessoas pelo “acidente”: o diretor comercial do shopping e quatro engenheiros, porém, todos foram absolvidos em 2005 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que alegou falta de provas. A indenização total paga às vítimas ultrapassou os 25 milhões de reais.

Obviamente, é necessário separar ambos os casos: no de Osasco, a negligência ficou por parte da administração do shopping e da Ultragaz, responsáveis pelo encanamento de gás, já no Center Norte o buraco é mais embaixo, pois a construção, de 1984, se deu sobre um lixão, até hoje em decomposição, cujo gás gerado pelo processo não é drenado como deveria.

E o que é pior: não se descobriu agora, o problema se arrasta desde o ano passado. As medidas tomadas não diminuíram a concentração do metano, e uma explosão é iminente.

Quem diz isso é a CETESB. O shopping contesta. Mas, afinal, será que nesse embate os freqüentadores do Center Norte e arredores estão seguros? Aliás, não seria o momento de rever todas as construções construídas sobre antigos aterros? Ou vão esperar explodir, para ficar ainda mais evidente que o forte das autoridades paulistanas é a negligência?

Veja aqui a cobertura dos 15 anos da explosão do portal do Estado.

Em tempo: Center Norte ganha liminar e fica aberto.

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E perguntam porque vai mal o jornalismo

Do Comunique-se

Estudantes de comunicação escrevem mal e perdem para os da área de exatas

Izabela Vasconcelos

Uma pesquisa indicou que os estudantes de Comunicação Social têm pior desempenho na escrita do que os universitários da área de exatas, como Engenharia, por exemplo. No estudo, os engenheiros obtiveram a melhor avaliação e 87,5% conseguiram passar nos testes. Na outra ponta estão os alunos de Comunicação, 65,3% deles foram reprovados. A pesquisa foi conduzida pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), centro de recrutamento e seleção de estagiários.

O teste foi feito entre 1 de janeiro e 31 de agosto de 2011 e dez mil candidatos a vagas de estágio realizaram um ditado de 30 palavras, que permitia até seis erros. Dentre as palavras avaliadas estavam: desajeitado, autorizar, exceção, seiscentos e anexo.

Para a coordenadora de Recrutamento e Seleção do Nube, Natália Caroline Varga, a constatação surpreendente é o retrato da falta de candidatos qualificados para as carreiras que elegeram. “Isso nos mostra um pouco como está o mercado: temos muitos candidatos, mas poucos qualificados para algumas áreas”, explica.

Segundo ela, muitos estudantes ainda não têm noção da área que escolheram e não investem na leitura e escrita. “Muitos escolhem a profissão sem ter noção do que acontece no dia-a-dia. Alguns escolhem Jornalismo achando que vão apenas aparecer na TV e não fazer vários tipos de matérias diferentes, como acontece”.

Natália também acredita que os estudantes se preocupam com outros idiomas e cursos, mas esquecem da própria língua. Por outro lado, gastam muito tempo com entretenimento. “Os estudantes passam horas nas redes sociais, o que não ajuda na melhora do Português. Também falta incentivo à leitura nas escolas e nas próprias universidades”, conclui.

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VÍDEO: Disciplina na escola

Você aguentaria?

Durante aula de inglês, deparamos com uma sugestão do livro de estudos: a série britância That’ll teach ‘em.

Exibido de 2003 a 2005, o programa da emissora inglesa Channel 4 traz uma proposta interessante, no mínimo, diferente. Trinta adolescentes são colocados por quatro semanas em uma escola dos anos 50. Devem vestir uniformes, comer as refeições servidas à época e estar sujeitos a todas as rigorosíssimas regras de disciplina impostas pelos professores e pelo diretor. Os funcionários da escola passaram por um treinamento para incorporar na essência a verdadeira mentalidade dos professores nos anos cinquenta.

O conflito entre os estudantes e os docentes se dá em todos os aspectos: desde a proibição dos celulares, chocolates e todo o tipo de “contrabando” nos dormitórios até incorporar a palavra “sir” no final de cada frase dirigida aos mestres e ao diretor. Abaixo, o vídeo do primeiro capítulo da última temporada, de 2005 (infelizmente, não achei legendado).

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VÍDEO: Mulher xinga deficiente na Paulista

Do blog Maria da Penha Neles

Na Avenida Paulista mulher xinga deficiente de lixo, de macaco

A Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, tem a cada dia que passa, se reafirmado como palco de preconceito, racismo, homofobia em nosso país.

A agressão foi dirigida a um morador de rua paraplégico.

Felizmente ela foi presa e autuada por crime Inafiançável de Racismo e Maus Tratos.

Lamentável e enojante!

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VÍDEO: Guerra na UERJ

Do twitter do Latuff

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ESPECIAIS: Good bye, New York City

Good bye, New York City 

Por Camila Savioli

Depois de um tempo… Voltei! Sim, leitores, este é o último post do especial de Nova York! Por isso, vou dar dicas de outros lugares para vocês conhecerem, comidas e estadia!

Bom, como todo bom turista de primeira viagem, a prioridade é escolher um ótimo hotel para ficar! Em Nova York, eu fiquei no Roosevelt Hotel. Ele fica na Madison Avenue, a duas quadras da 5ª avenida e três ou quatro da Times Square. Achei maravilhoso, porque está em um lugar estratégico… Você fica perto de tudo e há vários restaurantes e lojas ao redor. Ah, sem falar no ótimo atendimento que eu recebi lá! Dentro do hotel há boutiques de roupas e lojas de malas, bolsas, sapatos. É uma mais linda que a outra.

No saguão você encontra o bar. Das 6 às 11 da manhã, eles oferecem o café da manhã. No bar é self service, portanto, você paga o que você pegou para comer (óbvio rs). Do outro lado, há um Buffet com uma variedade maior de coisas para comer. Mas você paga 26 dólares por pessoa. Sinceramente? Eu achei muito caro para um café da manhã. Acho que vale a pena pagar esse preço aquelas pessoas que comem muito mesmo! Mas mesmo assim, não ia deixar de comer e matar a vontade de ter um belo café da manhã americano!

O jantar é servido a partir das 18 horas e termina às 23:30. Muito gostoso, também. A sobremesa era a melhor parte! Bolo de chocolate com recheio de sorvete! Ficaram com vontade, não é mesmo? Rs Ah, e o garçom que serviu a mim e a minha mãe fala português! Ajudou bastante! Rs

No hotel você tem sala com rede wi-fi, pode passar o seu tempo com o notebook. Não levou o computador? Não se preocupe, tem sala com computadores, mas você paga US$ 0,75 por minuto. Uma curiosidade: no Roosevelt Hotel não tem o 13º andar! Superstição? Acho que sim! Rs. Depois de um dia cansativo, de tanto andar naquelas ruas lindas e entrar em todas as lojas, tudo o que você quer é uma boa cama e uma ótima noite de sono! Sim, as camas do hotel são MARAVILHOSAS! Elas são mágicas! Você deita nelas e em minutos você dorme! São macias, com vários travesseiros e um edredom muito bom!

E as comidas? Os Estados Unidos tem a fama de ter só hambúrguer, cachorro-quente e muitas outras besteiras para comer. Sim, é verdade. Quando você for para lá, vá com este pensamento: eu vou engordar! Não tem como ir para os EUA e não comer hambúrguer ou outra coisa! Eu abusei mesmo, mas também fiquei só uma semana. Se tivesse ficado mais, ai sim teria que me policiar na hora de comer. Mas calma. Na Brazil Street há um restaurante brasileiro e dá para matar as saudades da nossa comida brasileira e esquecer um pouco dos lanches. Se eu não me engano, o restaurante se chama Brazilian Cuisine. Outra dica: quer comer bem? Então precisa gastar um pouco mais. Nos EUA tudo é barato, mas se você quer comer bem e em um restaurante bom, você irá gastar uma quantia razoável, às vezes mais do que imaginava. Ah, por favor, não se esqueçam de experimentar em Nova York ou em qualquer outro lugar do país: Waffles, panqueca com Maple Syrup, cachorro-quente e pizza. UMA DELÍCIA! Na foto, vocês vão ver o tamanho do pedaço de pizza que comi. Rs

Brazil Street

Pizza de um quilômetro

Outros lugares que passei de ônibus, mas, infelizmente não teve como parar para descer foram: o Soho, que é um bairro muito fofo, estilo village, com restaurantes e boutiques muito fofas. Lá tem a loja Dash, das irmãs Kardashians. Muito lindo! E também o Centro Financeiro de Nova York! Bastante movimentado. Só consegui descer para conhecer o complexo World Trade Center. Há também a Corte de Nova York e a Prefeitura da cidade. Achei linda a arquitetura dos prédios. Quem for morar na cidade, terá que freqüentar muito essa região, pois é lá que se resolve a parte burocrática dos novos cidadãos de Nova York. E quem for ficar mais de uma semana na cidade, não se esqueçam de visitar pelo menos um museu. Recomendo o Museu de História Natural. Uma pena eu não ter ido, mas haverá outras oportunidades! Não deixem de ir à loja do M&M. Aquele lugar me encantou! Fica na Times Square.

Prefeitura

Corte

Bom gente é isso! Primeiro eu quero agradecer ao meu amigo e dono do blog, Diego Moura, por ter me convidado para fazer este especial. Espero voltar para Nova York, ou outra cidade e ser convidada novamente para dividir essa experiência com vocês! Agradeço aqueles que tiraram uns 5 minutos do dia para ler os meus posts. Obrigada aqueles que leram, comentaram e criticaram. Foi muito importante para mim!

Para finalizar, vou deixar essa imagem linda de Nova York à noite. E também um vídeo com a música New York, New York de Frank Sinatra. Espero que vocês tenham gostado e que nas férias, Nova York esteja no roteiro de viagem de vocês! Obrigada e até uma próxima.

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ESPECIAIS: Uma volta pelo Lincoln Center

Uma volta pelo Lincoln Center 

 Por Camila Savioli

No segundo City Tour que fiz em Nova York, eu não fazia a mínima idéia o que era o Lincoln Center. Mas ao chegar lá, me surpreendi! O lugar é lindo, chique e super organizado. A primeira coisa que vem à mente é que para assistir algum concerto ou ballet, você precisa de um bom dinheiro! Mas, estava enganada. Segundo o guia que estava com a gente, você pode assistir um bom concerto com apenas 25 dólares! E o melhor… Se você não tem absolutamente nada para gastar, você consegue assistir shows e peças de graça! Eles preparam tudo isso em volta do Lincoln Center. Muito legal! E na entrada do Lincoln Center, você lê nas escadas “bem-vindos” em todas as línguas! SHOW!

Lincoln Center

Agora vou falar um pouquinho sobre este lugar. O Lincoln Center for the Performing Arts é um complexo de edifícios que é sede de 12 companhias artísticas. Foi construído na época do plano de reurbanização de Robert Moses. Está localizado entre a Columbus Avenue e a Amsterdam Avenue e entre a West 62nd com a West 66th street, no Upper West Side, Manhattan.

Doadores do Lincoln Center

Ao chegar lá, você já vê o Metropolitan Opera Association. É o maior palco de apresentações de óperas. Peter Gelb é o diretor geral da companhia. O diretor musical é o maestro americano James Levine. A companhia foi fundada em 1880. A Academia representava o mais alto círculo social na sociedade de Nova York. O Metropolitan Opera apresenta em torno de 220 performances anualmente.

Metropolitan Opera

Metropolitan Opera

Avery Fisher Hall

Ao lado do Metropolitan, você encontra o Avery Fisher Hall. O prédio é a atual sede da Orquestra Filarmônica de Nova York. Lá são realizados diversos eventos, como musicais, casamentos, cerimônias de graduação, etc. No dia que fui lá, tinha acabado de ocorrer a premiere do Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2. Imagina como que tava aquele lugar no dia! Rs. O Avery Fisher Hall foi construído em 1962 e o projeto arquitetônico é de Max Abramovitz.

Do outro lado, você também encontra o

David H. Kock Theatre

. É um teatro para balé e óperas. Originalmente, seu nome é New York State Theatre e a casa tem sido lugar de New York City Ballet e New York City Opera desde 1964. O teatro foi projetado por Philip Johnson. Este lugar também foi cenário do filme Cisne Negro. Todas essas escolas, desde sua fundação, receberam doações e recebem até hoje. Na foto, há um painel com os nomes de famílias influentes que doam parte do seu dinheiro em nome da arte.

Bom, hoje só falei desse lugar lindo e que vale muito a pena conhecer! No próximo – e últimopost, vou falar sobre as comidas, algumas curiosidades e dicas para quando você viajar para Nova York! 

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Não é mais um vídeo motivacional

Validation

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Como a Educação é vista

Do Ensino Fundamental à Faculdade: a culpa pelas notas baixas nunca é do aluno, mas sempre do professor.

Matheus Sanchez, no Facebook.

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ESPECIAIS: Empire State e World Trade Center

Empire State Building e World Trade Center

Por Camila Savioli

Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, qual é o prédio mais alto e famoso de Nova York? Sim, estou falando do Empire State Building! Quando você anda pela 5ª avenida, logo você enxerga o prédio! E de perto, é mais lindo ainda! O Empire State Building é um arranha-céu que fica na 5ª avenida com a 34th Street. Antigamente, no local do prédio, era uma fazenda de John Thonson no século XVIII. Foi projetado por Gregory Johnson e sua empresa de arquitetura Shreve, Lamb e Harmon.

O prédio foi construído em um ano e sua inauguração foi em Maio de 1931. A abertura do Empire State ocorreu na época da Grande Depressão dos Estados Unidos e, como conseqüência, muitos de seus escritórios não foram alugados. A famosa venda do prédio para Roger L. Stevens foi quebrada por um recorde de 51 milhões de dólares em 1951. Até esse ano, esse foi o maior preço já pago por um edifício na história do mercado imobiliário.

A iluminação do Empire State varia de acordo com os feriados ou eventos do ano. Como por exemplo, no dia de St. Patrick, o prédio fica iluminado com a cor verde.

Agora vou falar a verdade! Eu senti mais emoção ao ver o prédio do lado de fora do que dentro. Claro, a vista de NY do 102ºandar do Empire State é deslumbrante! Mas, como eram férias, estava muito cheio! Levei duas horas para subir até o último andar, porque tinha muita gente! Interessante mesmo é que até o 80º andar o elevador levou apenas 1 minuto para subir! A primeira parada foi no 86º andar. E, finalmente, 102º andar!  Para entrar no prédio, o ingresso custa 22 dólares. Se você quiser ir até o último andar, você paga mais 15 dólares. Poderia ser mais barato, mas tudo bem, o que valeu foi a experiência e a vista linda que eu tive da cidade!

Freedom Tower

No lugar do World Trade Center, estão construindo o Freedom Tower, que fará parte do complexo WTC. Será um edifício de 108 andares, mas apenas 82 andares serão ocupados. Agora, eles usarão vidros temperados nas janelas e nos lados da Freedom Tower com resistência única. Se eles forem atingidos por um avião ou míssil, não estourarão com violência e, sim, quebrarão rapidamente, virando pó. Haverá outros três edifícios para completar o novo complexo, além do World Trade Center Memorial, que também está em construção. Haverá também um museu que mostrará as diferenças das antigas e novas torres do WTC. A inauguração do prédio está prevista para 2013.

World Financial Center - interno

Por último, vou falar do World Financial Center. Esse prédio foi concluído em 1986 com 51 andares e fazia parte do complexo WTC com as ex-torres gêmeas. Foi muito danificado com a queda das torres. No complexo fica um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, o Winter Garden. Nas fotos que serão disponibilizadas, vocês irão ver que esse lugar é lindo e tudo foi destruído com os ataques. Em dois anos, eles conseguiram recuperar tudo. Achei demais.

Você encontrará os quadros das cinco cidades mais lindas do mundo. Claro que o Rio de Janeiro está lá, representando o Brasil. Além do Rio, há as cidades Sidney, Istanbul, Venice e Nova York. Mas quero que vocês prestem atenção no quadro de NY. Durante a visita, uma senhora perguntou ao guia se o pintor era espírita. Ele disse que não, mas a senhora retrucou, perguntando por que ele pintou a cidade de NY com as torres pegando fogo! O guia disse que era a neblina, mas a senhora mais uma vez falou: Desde quando a neblina é vermelha? Achei aquilo um pouco assustador. Afinal, esse quadro foi pintado de 1988 a 1989. Mas claro que, observando direito, a pintura retrata NY à noite, misturando a iluminação da cidade com a neblina. Mas, todos ficaram receosos no momento. Os quadros foram feitos pelo pintor Craig McPherson.

Veneza

Para finalizar, você encontrará no World Financial Center, um memorial que foi feito para os 11 funcionários da American Express que morreram nos ataques de 11 de setembro. O memorial é feito de mármore e a pedra que está no meio é um Quartzo que veio de Minas Gerais, segundo o guia que me explicou. Em volta do mármore, está escrito os nomes dos funcionários com mensagens dos familiares. E, em cada nome, pinga uma gota d’água representando uma lágrima. Não vou negar que ao chegar perto desse memorial, eu fiquei bastante emocionada.

Bom, desculpa se o post ficou enorme hoje, mas é que foram muitas coisas legais e interessantes que vi nesses prédios e não podia deixar de contar aqui. No próximo post, vou falar sobre o Lincoln Center.

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50 anos, muito tempo

Você consegue mensurar o que são cinquenta anos?

Meio século. Mais de 18500 dias. Ou 438 mil horas. Ou ainda 26280000 minutos. Minha humilde vida não tem nem a metade desse tempo todo.

Hoje foi a missa de comemoração dos 50 anos do casamento dos meus avós maternos. Não preciso nem dizer: emoção pura. Meio século de carinho, respeito e muito amor. O que sou hoje devo muito, mas muito mesmo a vovô e vovó.

Fica até difícil comemorar, pois o casamento deu-se em três datas: a fuga, em janeiro de 1961 (meu bisavô era contra o casamento, então meu avô, pilotando num Jipe, num dia chuvoso, fugiu com minha avó), o casamento civil em março, e o religioso no mês seguinte.

História cinematográfica. E cada vez mais rara. Nem tanto pela questão da fuga – hoje, foge-se a todo instante e com qualquer um. Essas comemorações, e o forte abraço emocionado que dei no casal no final da celebração, me fizeram pensar em quão banal está nosso mundo.

Troca-se de marido e esposa como se troca de cueca. São cada vez mais raros os casais que alcançam longas datas juntos – e na mesma proporção aumentam os casais separados, cujos casamentos tornaram-se infernais ou simplesmente se desgastaram. Em dois, três anos, muitas vezes o “laço eterno” ou o “que a morte os separe” é desfeito como se nunca tivesse existido. Onde fica o amor? Por que as coisas não dão mais certo e duram mais?

Claro, eram outros tempos. A coisa era completamente diferente, a maneira de encarar as relações: elas eram para a vida toda e não meras letras assinadas num cartório. A palavra assumida diante do padre, pastor, juiz era levada à sério.

Estamos condenados ao mundo do rápido e do instantâneo, onde o duradouro não é mais possível.

Os laços indissolúveis da união não passam de um pacote de comida congelada: consumo efetuado, embalagem descartada.

E vocês, que acham disso?

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